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Monday, June 6, 2011
Monday, May 30, 2011
Apropriação do Telemóvel como Ferramenta de Mediação em Mobile Learning
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Sunday, May 15, 2011
Aprendizagem mediada por tecnologias móveis: novos desafios para as práticas pedagógicas
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Tuesday, April 19, 2011
Mobile Learning: SMS in educational contexts
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Wednesday, April 13, 2011
Mobile Learning: Using SMS in Educational Contexts
Abstract
The Short Message Service (SMS) technology is one of the most powerful mobile technologies in current usage. Most students own a mobile phone with free SMS which can be used for learning. In this paper we explain how we used SMS for teaching and learning languages (both native and foreign). The conducted experiment presented a range of opportunities for integrating text into teaching and learning strategies and for demystifying the use of SMS in educational contexts. Via SMS technology we can deliver several learning activities to students easily and immediately. The research findings showed that students had positive perceptions about the experiment and SMS use for learning improvement and the use of their own mobile phone as a learning tool. All groups showed interest in receiving educational content via SMS. Some students greatly improved their language learning performance.
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The Short Message Service (SMS) technology is one of the most powerful mobile technologies in current usage. Most students own a mobile phone with free SMS which can be used for learning. In this paper we explain how we used SMS for teaching and learning languages (both native and foreign). The conducted experiment presented a range of opportunities for integrating text into teaching and learning strategies and for demystifying the use of SMS in educational contexts. Via SMS technology we can deliver several learning activities to students easily and immediately. The research findings showed that students had positive perceptions about the experiment and SMS use for learning improvement and the use of their own mobile phone as a learning tool. All groups showed interest in receiving educational content via SMS. Some students greatly improved their language learning performance.
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Monday, April 4, 2011
Cenários de Atividades por SMS para língua estrangeira (Francês)
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Sunday, April 3, 2011
Mobile Learning - Cenários de atividades por SMS (Português)
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Monday, March 14, 2011
TWITTER: A productive and learning tool for the SMS generation
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Twitter: ferramenta de produção e aprendizagem para a geração SMS
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Saturday, March 12, 2011
O SMS e o Podcast como tecnologias para a era digital
Enviar SMS e ouvir música são duas práticas na vida quotidiana de muitas crianças e jovens. Este facto deixa antever uma maior disponibilidade das gerações mais jovens para usar, também, estes recursos em contexto educativo. O SMS e o Podcast são duas formas de m-learning bastante usadas.
A adopção do SMS como um recurso educacional tornou-se popular nos últimos anos (Crystal, 2008a; Goh & Hooper, 2007). O SMS é uma tecnologia dos telemóveis que permite enviar e receber pequenas mensagens de texto. O tamanho inicial das mensagens era de 160 caracteres, porém os telemóveis mais recentes suportam receber numa única mensagem texto com mais de 600 caracteres.
Têm-se realizado, durante a última década, vários estudos e experiências sobre o uso do SMS em diferentes contextos educativos. Naismith (2007) relata uma experiência, em contexto universitário, sobre o envio de SMS para os alunos sobre cancelamento de aulas, informações, lembretes e tarefas académicas. Esta comunicação administrativa com os alunos resultou positiva e com possibilidade de ser alargada a outros sectores da instituição.
Noutro estudo, implementou-se uma ferramenta de comunicação e discussão (Bollen et al., 2004) baseada no envio de mensagens SMS através da interface de PDAs para iniciar discussões e trabalho colaborativo. As considerações finais mostram que a tecnologia melhora o trabalho colaborativo nos cursos de literatura.
Uma outra experiência, reportada por Nix et al. (2007), mostra o sucesso em usar mensagens por SMS para reduzir o abandono precoce dos alunos universitários. Parece que o envio de mensagens SMS aos alunos identificados como sendo de risco foi bem sucedido ao ajudar a manter os alunos no sistema.
O sistema TXT-2-LRN, apresentado por Scornavacca et al. (2007), baseado em SMS, permitiu a interacção na sala de aula. Possibilitou aos alunos enviar perguntas e comentários, para o computador do professor via SMS, com resultados positivos ao nível da interactividade.
O projecto PLS TXT UR Thoughts (Markett et al., 2006) permitiu aos alunos o envio de SMS através dos seus telemóveis pessoais durante a aula e online depois das aulas, encorajando a interactividade na sala de aula.
Outros autores, como Goh e Hooper (2007), exploraram a viabilidade da utilização dos SMS nos telemóveis para promover a aprendizagem através de actividades (puzzles) de palavras cruzadas por SMS em ambiente de sala de aula, com alunos jovens e séniores. Os resultados mostram que os alunos mais jovens acharam as palavras cruzadas por SMS mais interessantes do que os mais velhos. Estes tiveram mais dificuldades em jogar os puzzles do que os alunos mais novos. Ambos os grupos mostraram interesse em adoptar o jogo no futuro.
Savill-Smith et al. (2006) referem experiências em que os alunos usaram os seus próprios dispositivos móveis para enviar SMS e MMS e salientam a importância dos professores verificarem se não há restrições ao uso do telemóvel para a planificação das actividades de aprendizagem. O projecto Gloucestershire (Attewell et al., 2009) comparou dois grupos, um a usar iPod Touches (grupo A) e outro a usar os seus próprios equipamentos (grupo B). As conclusões sugerem que os alunos que usaram os seus próprios telemóveis trabalharam melhor, mas é importante assegurar a participação dos alunos que não têm acesso a tecnologias móveis.
O governo queniano priorizou a educação, vendo-a como uma forma de transformação social e cultural. No sentido de preparar professores do 1º ciclo para atenuar o abandono escolar recorreu ao serviço SMS como parte do processo de aprendizagem. O uso de SMS na educação tem num país como o Quénia grandes vantagens relativamente aos métodos convencionais, onde há falta de infra-estruturas básicas. Assim, as boas redes de serviços de telemóveis, uso da energia solar para carregamento, grande número de proprietários e utilizadores de telemóveis, criou as condições para utilização deste serviço. A aceitação do SMS para aprendizagem foi positiva por parte dos professores. Este programa de formação de professores foi usado para promover materiais de orientação do estudo e apoio semanal, através de dicas, esboços, listas, resumos, revisão, lembretes, discussão em forma de comentário, perguntas e respostas, apoio e incentivo e mensagens urgentes. Cerca de 8 mil professores participaram nesta experiência conduzida por Traxler e Dearden (2005).
Para além do SMS, ouvir ou criar ficheiros áudio em formato mp3 tornou-se numa tarefa menos dispendiosa em tempo e recursos, em virtude das funcionalidades multimédia que os modelos de telemóvel mais recentes apresentam. O podcasting envolve descarregar da Web uma série de ficheiros áudio ou vídeo para o telemóvel ou leitores de MP3 ou de MP4, podendo ser ouvidos ou vistos quando, onde e tantas vezes quantas o utilizador desejar (Evans, 2008). Os alunos podem transferir ficheiros áudio directamente do telemóvel por Bluetooth, ou descarregar podcasts da Web para o telemóvel. Tanto os telemóveis, como os leitores de MP3 ou de MP4 são dispositivos móveis com capacidade para ler e gravar ficheiros áudio, para apoio à aprendizagem. Os alunos podem gravar sínteses de apontamentos, resumos, entrevistas, reportagens e resolver exercícios. Os professores podem gravar as aulas, apontamentos ou exercícios e permitir que os alunos os ouçam quando e onde queiram, diluindo, deste modo, as barreiras da sala de aula. Os podcasts permitem uma aprendizagem ubíqua, podendo os alunos aceder a uma variedade de materiais educativos independentemente do local e da hora (Nataatmadja & Dyson, 2008).
Evans (2008) reporta um estudo sobre a eficácia do m-learning sob a forma de podcasting, para alunos do ensino superior. Participaram quase duas centenas de estudantes, a quem foram disponibilizados podcasts para revisão antes do exame do curso de TIC. Os resultados obtidos indicam que os alunos acreditam que os podcasts são ferramentas de revisão mais eficazes do que os manuais e do que os apontamentos, para apoio à aprendizagem. Indicam também que os alunos estão mais receptivos a material de aprendizagem em forma de podcast do que a aula tradicional. Também indicam que a utilização dos podcasts como ferramenta de revisão tem claros benefícios em termos do tempo que levam para rever a matéria e os alunos sentem que podem aprender com eles. Junta-se ainda as vantagens da flexibilidade que permitem (tempo e espaço), constituindo-se num grande potencial como ferramenta de aprendizagem.
Um estudo realizado por Nataatmadja e Dyson (2008), no ensino superior, explora as razões pelas quais os alunos usam ou deixam de usar os podcasts sugeridos para apoio ao estudo. O estudo mostra uma série de motivações e preferências, relacionadas com os estilos de aprendizagem, por trás das decisões dos alunos. Apesar de apenas pouco mais de um terço dos alunos ter decidido usar os podcasts, os comentários são positivos. Os dados revelam que os podcasts são um complemento útil para favorecer diversos estilos de aprendizagem dos alunos, mas é necessária mais investigação sobre o uso deste recurso para promover uma aprendizagem mais profunda.
Frydenberg (2008) numa experiência que realizou com podcasts para resumir as palestras do curso, observou que a maioria dos alunos não ouviu os podcasts de 60 minutos que gravou, porque preferiam ouvir resumos das palestras mais curtos. Desafiou então os alunos a trabalharem em pares e a criarem podcasts em vídeo, com duração entre 6 e 10 minutos, sobre o que aprenderam nas aulas. Verificou um aumento de downloads e também o uso de recursos avançados de gravação e efeitos de vídeo, contribuindo para melhorar a aprendizagem dos alunos. O questionário aplicado no fim do semestre mostrou como os alunos usaram os podcasts nos seus dispositivos móveis para apoio à aprendizagem e da análise dos registos no servidor onde estavam alojados os podcasts detectou-se que a maioria dos estudantes descarregou os podcasts dos colegas para os seus dispositivos.
Evans (2006) usou os podcasts num curso de literatura. Pediu aos alunos para produzirem um par de podcasts de 2 a 5 minutos de duração. No primeiro podcast os alunos tinham de ler uma breve passagem de um romance, no segundo discutir uma passagem da obra, argumentar a sua escolha, apresentar os detalhes mais importantes, as temáticas, as questões levantadas e relacionar a passagem com o resto do romance. Todos os alunos eram obrigados a ouvir os podcasts dos colegas antes da aula. Os podcasts permitiram praticar a leitura, analisar e comentar as leituras realizadas e manter o diálogo entre os pares. Embora os podcasts não substituissem as práticas de escrita tradicionais, foram um complemento ao sucesso dos alunos. A grande maioria dos alunos gostou do trabalho realizado e reconheceu o esforço desenvolvido na realização dos podcasts. Os alunos mencionaram que preferiam criar os próprios podcasts sobre matérias importantes do curso do que ouvir os podcasts de longas palestras do professor.
Tuesday, March 8, 2011
O uso de SMS na aprendizagem de línguas
Vários autores consideram a tecnologia SMS adequada para a aprendizagem de línguas (Cavus & Ibrahim, 2009; Kukulska-Hulme & Shield, 2007; Levy & Kennedy, 2005; Pincas, 2004; Song, 2008; Thornton & Houser, 2002, 2005). A possibilidade do aluno obter informação útil em qualquer lugar e a qualquer hora é uma potencialidade da tecnologia SMS (Lominé & Buckhingham, 2009). Os dispositivos móveis, em particular os telemóveis, são ideais para promover a aprendizagem através do envio, aos alunos, por SMS de unidades de aprendizagem, em horários e dias estabelecidos, optimizando os tempos livres.
Foi realizado um estudo sobre a aprendizagem da língua italiana por SMS numa universidade australiana (Levy & Kennedy, 2005). Durante o estudo, eram enviados, aos alunos, para o telemóvel, palavras novas, definições e exemplos de vocábulos contextualizados. Os alunos podiam ler os materiais entre as aulas. Os resultados finais apresentados foram positivos.
Thornton e Houser (2001; 2002; 2003; 2005) desenvolveram vários projectos inovadores usando os telemóveis para ensinar inglês a universitários japoneses. Um deles centrou-se no fornecimento de aprendizagem de vocabulário por SMS. Três vezes ao dia, enviavam mini-aulas aos alunos, em pequenas unidades para serem lidas nos ecrãs do telemóvel. Estas mini-aulas constavam do envio de cinco definições de palavras por semana, vocabulário anteriormente aprendido, uso de vocabulário em diferentes contextos e episódios de histórias. Os alunos eram testados quinzenalmente e comparados com grupos que recebiam idêntico material via Web e em papel. Os resultados mostraram que os alunos que recebiam os conteúdos por SMS aprenderam o dobro das palavras de vocabulário do que os que recebiam via Web e melhoraram as suas pontuações, quase o dobro relativo aos que tinham aulas na sala.
Outro estudo relata a aplicação do SMS para aprendizagem de vocabulário de inglês língua estrangeira em Taiwan (Lu, 2008). Foram enviados para os alunos unidades de vocabulário. Os participantes no estudo mostraram preferir aprender através do telemóvel do que do computador porque os telemóveis são mais convenientes do que os PCs em muitas situações.
Song (2009) conduziu um estudo onde explorou o papel dos SMS na aprendizagem do vocabulário de Inglês como língua estrangeira. Estiveram envolvidos dez participantes e as considerações finais mostram uma significante melhoria na performance dos alunos e uma atitude positiva face ao uso de SMS na aprendizagem de vocabulário.
Foi ainda realizada uma experiência com SMS para apoiar a aprendizagem de vocabulário técnico (Cavus & Ibrahim, 2009). Eram enviadas, de forma espaçada, repetições da mesma mensagem em dias diferentes, através de um sistema baseado em SMS chamado MOLT (mobile learning tool) desenvolvido pelos autores, ajudando os alunos a memorizar o vocabulário. O conhecimento dos alunos foi medido antes e depois da experiência e os resultados mostram que os alunos apreciaram e aprenderam palavras novas com a ajuda dos seus telemóveis. Os autores acreditam que o sistema MOLT, como ferramenta educacional, contribuirá para o sucesso dos alunos.
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