Abstract
The Short Message Service (SMS) technology is one of the most powerful mobile technologies in current usage. Most students own a mobile phone with free SMS which can be used for learning. In this paper we explain how we used SMS for teaching and learning languages (both native and foreign). The conducted experiment presented a range of opportunities for integrating text into teaching and learning strategies and for demystifying the use of SMS in educational contexts. Via SMS technology we can deliver several learning activities to students easily and immediately. The research findings showed that students had positive perceptions about the experiment and SMS use for learning improvement and the use of their own mobile phone as a learning tool. All groups showed interest in receiving educational content via SMS. Some students greatly improved their language learning performance.
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Wednesday, April 13, 2011
Sunday, April 10, 2011
Ferramentas de mediação
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Friday, April 8, 2011
Inovação nas Aulas de Português
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Thursday, April 7, 2011
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Wednesday, April 6, 2011
Mobile learning escuela-digital-eoi_marzo2011_vf
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Sunday, April 3, 2011
Mobile Learning - Cenários de atividades por SMS (Português)
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Tuesday, March 22, 2011
Mobile Trends 2020
Mobile Trends 2020
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Monday, March 14, 2011
Mobile Learning: Structures, Agency, Practices
Por Norbert Pachler,Ben Bachmair,John Cook,Gunther Kress (2010)
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Mobile learning: a handbook for educators and trainers
Por Agnes Kukulska-Hulme,John Traxler, 2005.
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TWITTER: A productive and learning tool for the SMS generation
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Twitter: ferramenta de produção e aprendizagem para a geração SMS
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Sunday, March 13, 2011
As tecnologias móveis na aprendizagem
Dada a significativa penetração dos telemóveis, a maioria dos alunos tem o seu próprio dispositivo, por isso, Prensky (2005) pergunta: ”why not to use the opportunity to their educational advantage?” e conclui que os alunos podem aprender com os seus telemóveis qualquer matéria se os professores os usarem correctamente. Para este autor, os telemóveis “are not just communications devices sparking new modalities of interaction between people, they are also powerful computing devices that are portable and personal” (idem, p. 2).
Kukulska-Hulme e Traxler (2005, pp. 189-190) apresentam também algumas razões para utilização das tecnologias móveis, colocando alguns aspectos a investigar:
• Melhorar o acesso – Melhorar o acesso à avaliação e a materiais de aprendizagem a todos; tornar o acesso a materiais de aprendizagem portátil; aumentar a flexibilidade da aprendizagem dos alunos; desenvolver e avaliar soluções para o acesso ao conhecimento na formação distribuída.
• Avaliar e melhorar a aprendizagem – Avaliar em que medida um dispositivo móvel pode ajudar a aprendizagem do aluno; explorar o potencial da tecnologia na aprendizagem colaborativa; desenvolver um modelo de como os alunos colaboram e aprendem através de dispositivos móveis conectados; identificar o processo de aprendizagem na formação distribuída; identificar as necessidades dos alunos para o conhecimento “just-in-time” em situações de formação; explorar o potencial das tecnologias para aumentar a apreciação dos estudantes do seu próprio processo de aprendizagem; permitir que cada aluno mantenha um diário de aprendizagem que ajude a consolidar a aprendizagem.
• Avaliar e melhorar o ensino – Ver como os dispositivos móveis podem ser usados para ensinar um determinado assunto; levar os alunos a pensar criticamente e a ver de forma diferente do que eles fariam sem o uso de dispositivos móveis; permitir que os alunos vivenciem e compreendam o uso da tecnologia móvel na aprendizagem; reduzir as barreiras culturais e comunicação entre professores e alunos.
• Explorar os requisitos e comportamentos dos alunos – Analisar se os alunos precisam de um conjunto de ferramentas (agenda electrónica, notebook, fazer listas) para os ajudar a gerir os seus estudos; monitorizar quando os alunos usam as tecnologias móveis e com que finalidades; investigar como é que as tecnologias móveis alteram os padrões de estudo e a comunicação entre os alunos; avaliar as atitudes do utilizador em experiências com a nova tecnologia; investigar a interface e as limitações de usabilidade dentro de um contexto educacional.
• Alinhamento com objectivos educacionais ou empresariais – Realizar um estudo de viabilidade para futuras implementações de grande escala de dispositivos móveis na aprendizagem; avaliar a relevância de programas MLE (Managed Learning Environment) e VLE (Virtual Learning Environement); misturar tecnologias móveis em infraestruturas de e-learning para melhorar a interactividade e a conectividade do aluno; possibilitar a aprendizagem interactiva a todos os alunos, usando tecnologias móveis e wireless sem incorrer em gastos com hardware caro; distinguir-se de outras instituições de ensino ou concorrentes; fornecer comunicações, informação e formação a um grande número de pessoas, independentemente da sua localização; alargar a aprendizagem móvel para incluir a monitorização da localização de serviços de informação; aproveitar a proliferação de serviços de telefonia móvel e dos seus muitos utilizadores.
As perspectivas expostas por estes autores estão próximas das descritas por Attewell e Savill-Smith (2004) relativamente aos 27 projectos apresentados nas actas do MLEARN 2003, em especial a identificação que é feita sobre as mudanças a operar no processo de ensino e aprendizagem quando suportado por tecnologias móveis. Os objectivos são semelhantes nos dois textos, com predominância para aspectos que têm a ver com a melhoria do acesso aos conteúdos e recursos a qualquer hora e em qualquer lugar (Kadyte, 2004), as mudanças a operar no processo de ensino e aprendizagem, com evidência para aspectos como a individualização, a aprendizagem colaborativa e activa, a aprendizagem informal com múltiplos media e as mudanças cognitivas e comportamentais e, ainda, o alinhamento com os objectivos institucionais e empresariais. Em Kukulska-Hulme e Traxler (2005) identificam-se também certos objectivos dirigidos ao futuro da aprendizagem móvel, no que respeita os contextos em que os dispositivos móveis podem vir a ser utilizados e o papel que podem desempenhar, bem como, compreender a gama de acções e oportunidades que se abrem aos aprendentes através das tecnologias móveis.
Para Kukulska-Hulme (2005) a questão mais paradoxal face às tecnologias móveis é o facto destes dispositivos não terem sido concebidos para a aprendizagem e estarem a ser usados para aprender. A mesma surpresa tem Wagner (2005, p. 42), por isso pergunta “Why Not Mobile for Learning?”. Os desenvolvimentos operados recentemente numa variada gama de dispositivos móveis revelam a importância de corresponderem às necessidades e expectativas dos aprendentes em mobilidade.
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Tuesday, March 8, 2011
O uso de SMS na aprendizagem de línguas

Vários autores consideram a tecnologia SMS adequada para a aprendizagem de línguas (Cavus & Ibrahim, 2009; Kukulska-Hulme & Shield, 2007; Levy & Kennedy, 2005; Pincas, 2004; Song, 2008; Thornton & Houser, 2002, 2005). A possibilidade do aluno obter informação útil em qualquer lugar e a qualquer hora é uma potencialidade da tecnologia SMS (Lominé & Buckhingham, 2009). Os dispositivos móveis, em particular os telemóveis, são ideais para promover a aprendizagem através do envio, aos alunos, por SMS de unidades de aprendizagem, em horários e dias estabelecidos, optimizando os tempos livres.
Foi realizado um estudo sobre a aprendizagem da língua italiana por SMS numa universidade australiana (Levy & Kennedy, 2005). Durante o estudo, eram enviados, aos alunos, para o telemóvel, palavras novas, definições e exemplos de vocábulos contextualizados. Os alunos podiam ler os materiais entre as aulas. Os resultados finais apresentados foram positivos.
Thornton e Houser (2001; 2002; 2003; 2005) desenvolveram vários projectos inovadores usando os telemóveis para ensinar inglês a universitários japoneses. Um deles centrou-se no fornecimento de aprendizagem de vocabulário por SMS. Três vezes ao dia, enviavam mini-aulas aos alunos, em pequenas unidades para serem lidas nos ecrãs do telemóvel. Estas mini-aulas constavam do envio de cinco definições de palavras por semana, vocabulário anteriormente aprendido, uso de vocabulário em diferentes contextos e episódios de histórias. Os alunos eram testados quinzenalmente e comparados com grupos que recebiam idêntico material via Web e em papel. Os resultados mostraram que os alunos que recebiam os conteúdos por SMS aprenderam o dobro das palavras de vocabulário do que os que recebiam via Web e melhoraram as suas pontuações, quase o dobro relativo aos que tinham aulas na sala.
Outro estudo relata a aplicação do SMS para aprendizagem de vocabulário de inglês língua estrangeira em Taiwan (Lu, 2008). Foram enviados para os alunos unidades de vocabulário. Os participantes no estudo mostraram preferir aprender através do telemóvel do que do computador porque os telemóveis são mais convenientes do que os PCs em muitas situações.
Song (2009) conduziu um estudo onde explorou o papel dos SMS na aprendizagem do vocabulário de Inglês como língua estrangeira. Estiveram envolvidos dez participantes e as considerações finais mostram uma significante melhoria na performance dos alunos e uma atitude positiva face ao uso de SMS na aprendizagem de vocabulário.
Foi ainda realizada uma experiência com SMS para apoiar a aprendizagem de vocabulário técnico (Cavus & Ibrahim, 2009). Eram enviadas, de forma espaçada, repetições da mesma mensagem em dias diferentes, através de um sistema baseado em SMS chamado MOLT (mobile learning tool) desenvolvido pelos autores, ajudando os alunos a memorizar o vocabulário. O conhecimento dos alunos foi medido antes e depois da experiência e os resultados mostram que os alunos apreciaram e aprenderam palavras novas com a ajuda dos seus telemóveis. Os autores acreditam que o sistema MOLT, como ferramenta educacional, contribuirá para o sucesso dos alunos.
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Thursday, March 3, 2011
Estudos e projectos de m-learning em Portugal
Apesar do mobile learning ser ainda um campo relativamente novo, existem em Portugal alguns projectos ligados às tecnologias móveis e experiências de utilização de dispositivos móveis em contexto educativo. Mas, são ainda poucos os estudos disponíveis em repositórios digitais do ensino superior a divulgar investigação realizada na área.
Começa já a haver alguns projectos que pretendem tornar o telemóvel uma ferramenta ao serviço da educação, como é o caso do jogo Quizionário . Trata-se de um projecto nascido na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). É um jogo que pode ser jogado em telemóveis, computadores e quadros interactivos. O jogo é alimentado com conteúdos colocados pelos professores, dentro do espírito da Web 2.0. O Quizionário está a ser testado em quatro escolas do Norte do país com o patrocínio da TMN que cedeu os telemóveis.
O Centro de Competência em TIC da Escola Superior de Educação de Santarém criou um Software educativo para o ensino básico, para prática da língua portuguesa e inglesa. Os alunos podem jogar online ou descarregar a aplicação para o telemóvel.
Domus Mobile é uma plataforma de suporte ao mobile learning (Alves et al., 2005) desenvolvida na Escola Superior de Tecnologia e de Gestão de Bragança e no Departamento de Sistemas de Informação, da Universidade do Minho. A Intranet Domus integra tecnologias de e-learning e e-management e uma componente de dispositivos móveis.
O projecto SchoolSenses@Internet, coordenado pela Universidade de Coimbra, parte da ideia da criação de informação multissensorial e georreferenciada, enquanto factor de promoção da qualidade nas práticas do 1º ciclo do ensino básico (Gomes et al., 2007), através da utilização do computador, de telemóveis e a aplicação Google Earth.
A TecMinho é parceira no projecto "m-learning - The role of mobile learning in European Education” (Dias et al., 2008), surgido no âmbito do Programa Sócrates e coordenado pela Ericsson.
São já algumas as dissertações de Mestrado que de algum modo se relacionam com o uso de tecnologias móveis. Uma dissertação realizada na Universidade de Évora apresenta um estudo para implementação de Serviços de Referência para PDAs nas Bibliotecas de Saúde em Portugal, dando destaque às potencialidades destes dispositivos móveis na área da saúde (Saraiva, 2007).
Outra dissertação de Mestrado em Estudos da Criança, realizada na Universidade do Minho, em 2008, apresenta um estudo quantitativo que compara a utilização do telemóvel e do Messenger por crianças do 5º e 6º ano de duas escolas do distrito de Braga (Castro, 2008). Visa aferir se as crianças do 5º e 6º ano são dependentes destes meios de comunicação e verificar se as características sociodemográficas exercem influência na utilização destas tecnologias. Os resultados mostram que as crianças desenvolveram uma relação íntima e natural com o telemóvel e o Messenger que os conecta à família, à escola e aos amigos. Usam estas duas tecnologias para manter e alargar os laços de afectividade e de amizade. Todavia, segundo a autora, é fundamental o papel dos pais e dos adultos para acompanhar e compreender as preferências da criança na construção da sua própria cultura.
Um trabalho de investigação de Mestrado, realizado, na Universidade Portucalense, reporta o uso do podcast como ferramenta para m-learning, como complemento, às aprendizagens em regime presencial, no desenvolvimento e aquisição de competências em alunos do 3º ciclo do ensino básico, na disciplina de Inglês (Menezes, 2009). Os resultados obtidos mostram as reacções positivas dos alunos face à integração do podcast e dispositivos móveis dos alunos (telemóvel, leitor de MP3) no processo de ensino e aprendizagem.
Um estudo de caso realizado no âmbito de uma dissertação de Mestrado, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com o título “Jovens, telemóveis e escola”, apresenta propostas de utilização educativa do telemóvel com alunos do ensino básico (Ferreira, 2009). Os resultados obtidos apontam para a possibilidade de utilizar em contexto escolar, sem custos para os alunos, várias funcionalidades e serviços presentes nos telemóveis, como mensagens SMS, câmara fotográfica, leitor MP3, partilha de ficheiros por Bluetooth, relógio, gravador de vídeo, gravador de som, calendário, calculadora e notas (Ferreira & Tomé, 2010).
De referir também uma dissertação de Mestrado, da Universidade Nova de Lisboa, intitulada “Para a compreensão do Mobile Learning: Reflexão sobre a utilidade das tecnologias móveis na aprendizagem informal e para a construção de ambientes pessoais de aprendizagem” (Valentim, 2009). O autor faz uma pesquisa sobre o conceito “mobile learning”, o seu conteúdo, métodos e limites enquanto área de estudo. Contextualiza o assunto no âmbito das ciências sociais e humanas e na literatura sobre a sociedade em rede e a Web. Procura respostas que acrescentem algum entendimento sobre o que é o mobile learning. Pauta-se por um exame crítico das possibilidades de aplicação deste conceito, categorizando e sistematizando modelos e propostas que ajudem no desenho de materiais pedagógicos a adaptar.
O projecto Geração Móvel, que temos vindo a desenvolver há algum tempo, no âmbito desta investigação, tem permitido realizar várias experiências de integração de diferentes equipamentos móveis em contexto curricular. Uma experiência realizada com podcasts para complemento das aulas de literatura portuguesa mostrou o potencial desta ferramenta na motivação e aprendizagem dos alunos (Moura & Carvalho, 2006). Outra experiência realizada com o telemóvel e o Mobile Flickr serviu para desenvolvimento de actividades na aula de Português e promover o trabalho colaborativo ((Moura & Carvalho, 2008b). Os resultados mostram grande satisfação dos alunos que viram nestas tecnologias novas oportunidades de aceder à informação independentemente do local e da hora, bem como a oportunidade de aprender colaborativamente. Noutra experiência, o telemóvel foi usado como ferramenta de mediação num peddy-paper literário (Moura & Carvalho, 2009). Pretendia-se integrar os telemóveis dos alunos como ferramenta de aprendizagem individual e colaborativa, através de um conjunto de desafios. As actividades desenvolvidas constituíram-se como momentos inovadores e únicos, na opinião dos alunos. O uso dos dispositivos móveis permitiu consolidar competências, assimilar aprendizagens curriculares e trabalhar em grupo.
O interesse pelo desenvolvimento de aplicações para m-learning é uma realidade em Portugal. Na Universidade de Aveiro, no Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial foi desenvolvido o protótipo mlSynapse, um sistema constituído por dois módulos, o MyWorkspace e o FormManager. Este sistema foi optimizado para dispositivos móveis, especialmente PDAs, e aplicado em contexto de sala de aula no ensino superior (Rodrigues, 2007).
Bottentuit Junior e Coutinho (2008) realizaram um inquérito exploratório sobre o uso pessoal e profissional de tecnologias móveis na comunidade académica portuguesa. Os resultados mostram que as tecnologias móveis ainda não fazem parte da maioria da práticas educativas nas diversas instituições de ensino superior do país.
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Wednesday, March 2, 2011
M-Learning, quando o telemóvel ensina a estudar
Este texto faz parte de uma entrevista realizada por Filipe Caetano do PortugalDiário, em 2008, sobre o meu projecto de investigação para o doutoramento na área do mobile learning. Apesar do Ministério da Educação, em particular o responsável pelo Plano Tecnológico da Educação, Dr. João José Tracado da Mata, se ter comprometido a patrocinar este estudo, como referido neste texto, tal não veio a acontecer, o que condicionou grandemente o plano de execução e limitou a integração do mobile learning em toda a sua extensão, como inicialmente previsto.
Partilho aqui a entrevista em áudio.
Podtec20 by linade
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Tuesday, March 1, 2011
Mobile Learning: Structures, Agency, Practices
Um livro de Norbert Pachler,Ben Bachmair,John Cook,Gunther Kress lançada em 2010. Levanta algumas questões fundamentais do mobile learning:
• Os dispositivos móveis como recursos educacionais
• Abordagens socioeconómicas para a aprendizagem apoiada por tecnologias móveis
• Situações que promovem a aprendizagem através de dispositivos móveis
• A omnipresença das tecnologias móveis e as suas implicações na pedagogia
• Colmatar o fosso digital a nível das políticas
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Monday, February 28, 2011
Book-Poor, but Mobile Phone-Rich? Look to M-Novels

Mais um texto de Steve Vosloo relacionado com o projeto m4Lit para reflectir sobre o potencial do telemóvel quando não há bibliotecas, nem livros porque são muito caros. Este projeto mostra como nem sempre os telemóveis são fatores de distração.
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YOZA - histórias escritas com o telemóvel

Para quem queira enveredar pela escrita de histórias através do telemóvel, a plataforma Yoza .mobi, faz parte do projecto m4Lit e é o lugar ideal para as publicar e interagir com outros m-escritores de todo o mundo. Veja com fazer aqui.
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mLearning in Africa: Lessons from the m4Lit project
Steve Vosloo apresentou no VII International Seminar of the UNESCO Chair in e-Learning o projecto m4Lit lançado em agosto de 2009 na África do Sul, para explorar a leitura de romances em dispositivos móveis (m-romances) como complemento e alternativa à literatura em papel. O objectivo era estudar se os adolescentes estão interessados em ler os romances nos seus telemóveis. Ver como escrevem usando os telemóveis e entender melhor as literacias móveis.
Vídeo da seminário
Apresentação
Texto da comunicação aqui.
Vídeo da seminário
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mLearning in Africa: Lessons from the m4Lit project (By Steve Vosloo)
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Texto da comunicação aqui.
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Sunday, February 27, 2011
Future Trend Of Education - Mobile Learning Problems And Prospects
Devido à proliferação de novas tecnologias, a geração mais jovem de hoje está a superar as formas mais tradicionais de ensino - lápis, lousas, livros e calculadoras. Se estamos no carro, no comboio, no trabalho, ou numa sala de aula, a tecnologia móvel, em particular o telemóvel, dá-nos a capacidade de aprender enquanto em mobilidade. Os nativos digitais estão preparados para o mobile learning como podemos utilizar as tecnologias móveis para os educar?
Neste texto descreve-se o desenvolvimento do mobile learning e futuras tendências na educação. O principal foco é criar soluções flexíveis de ensino que permitam acesso à informação em diferentes dispositivos e suportes de aprendizagem numa variada gama de situações. Pode ser descarregado aqui.
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